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2022

Orquestra Ligeira do Exército visita combatentes do Norte

A Liga dos Combatentes (LC) através do Núcleo do Porto da Liga dos Combatentes (NPLC), com o apoio dos Núcleos de Braga, Coimbra, Espinho, Lamego, Lixa, Macedo de Cavaleiros, Maia, Marco de Canavezes, Matosinhos, Oliveira do Bairro e Penafiel e do Exército, realizou um Concerto Solidário na Casa Música do Porto, no dia 26 de fevereiro do corrente ano.

O Concerto teve como audiência privilegiada associados da LC e seus familiares e amigos e foi superiormente executado pela Orquestra Ligeira do Exército (OLÉ), na maior sala da Casa da Música, sala Suggia cedida de forma graciosa, que, mesmo com os seus mil lugares sentados, foi pequena para albergar este grande evento musical do período pós COVID.

As 21:00 horas em ponto os acordes afinados dos vinte e dois músicos fizeram-se ouvir superiormente dirigidos pelo Maestro da OLÉ, Sargento-Chefe Cândido Ameixa, entrando de seguida em palco os três vocalistas da mesma, formando um conjunto harmonioso, melódico e sinergético. Durante mais de hora e meia deliciamo-nos com uma panóplia de temas musicais diversificados de música ligeira estrangeira e portuguesa de excelência, sabiamente interpretados pelos músicos e vocalizados pelo “Rouxinol”, Sargento-Chefe João Campos e pelas “Cotovias”, 1º Cabo Lina Rodrigues e Soldado Alice Costa, que para além de fazerem o gáudio, induziram no público presente sentimentos de entusiasmo, alegria, partilha, emoção, paz, felicidade e bem-estar.

Todas as referências colhidas no final do espetáculo e nos dias subsequentes ao mesmo, foram unânimes em considerar que a OLÉ espalhou magia, ao longo de uma noite que se tornou inolvidável e que perdurará por muito tempo na memória de todos os que tiveram o ensejo de acorrer à Casa da Música no Porto. A performance da OLÉ foi determinante para o êxito desta iniciativa cultural, sendo apontada como uma experiência musical multifacetada, fora da caixa, e do agrado de todos os intervenientes, quer na organização e coordenação do espetáculo, quer enquanto ouvintes estarrecidos do mesmo.

Anunciado o términus, e quando o público já gritava: Só mais uma! O Exmo. Senhor Presidente da LC, Tenente-General Joaquim Chito Rodrigues, tomou a palavra endereçando os agradecimentos da praxe, iniciando pelo Comandante de Pessoal do Exército, na pessoa do Exmo. Senhor General Eduardo Manuel Braga da Cruz Mendes Ferrão, em representação de S.Exª o General Chefe de Estado-Maior do Exército, e em seu nome pessoal, não só pela autorização para a participação da OLÉ, mas também pela disponibilidade manifestada em apoiar as cerimónias da Liga desde a primeira hora.

Seguiram-se a Câmara Municipal do Porto (CMP), na pessoa da senhora Vereadora detentora do pelouro dos transportes, Dra. Cristina Pimentel, o Presidente da Assembleia Municipal da CMP, Exmo. senhor Professor Sebastião Feyo de Azevedo, o Bispo do Porto, S.E.R. D. Manuel Linda, a Direção da Casa da Música, na pessoa do seu Presidente, Dr Rui Amorim de Sousa, a todos quantos nela trabalham e contribuíram para o concerto, às demais entidades presentes, continuando com rasgados elogios, amplamente aplaudidos pelo público, à OLÉ, à Direção do Núcleo do Porto pela inaudita iniciativa, rematando com uma referência especial a todos os associados presentes, e aos que, não sendo associados aceitaram o desafio de participarem no concerto e que, de certa forma partilham, em parceria com a Liga dos Combatentes, o desígnio de apoiar e ajudar os combatentes mais carenciados de todos os tempos. Antes da entrega de lembranças ao maestro Cândido Ameixa e à OLÉ e ramos de flores aos vocalistas, ainda houve tempo para um pequeno discurso “combatente”, inflamado de patriotismo, pelo Presidente da LC e lugar a um minuto de silêncio em memória de “Aqueles que por obras valerosas se vão da lei da morte libertando”, nomeadamente nos campos da Flandres, no ex-Ultramar, na ex-Jugoslávia, na Bósnia-Herzegovina, no Kosovo, no Iraque, no Afeganistão, em Timor, no Mali, na Republica Central Africana e um pouco pelos quatro cantos do mundo, onde o “Pano Verde Rubro” ondula nos ventos da fama, na condução de Operações de Apoio à Paz e Humanitárias sob a Égide da Organização das Nações Unidas (ONU), da Organização do Tratado do Atlântico Norte OTAN ou de Coligações Multinacionais legalmente constituídas, bem como daqueles envolvidos na guerra recente entre a Rússia e a Ucrânia.

Este momento singelo, evocado na posição de “sentido”, criou um frémito e um acumular de energia positiva que explodiu num entusiástico aplauso, de todos e para todos os que nele participaram. De seguida a OLÉ presenteou-nos com mais alguns temas que nos trouxeram para a realidade e para um regresso a casa, com o sentido de satisfação e do dever cumprido.

Liga dos Combatentes Valores Permanentes! Liga dos Combatentes em Todas as Frentes!

NPLC

Cerimónias Comemorativas do Armístício na cidade do Porto

As cerimónias comemorativas do dia do 104º aniversário do Armistício, do 101º aniversário da fundação da Liga dos Combatentes (LC) e do 48º aniversário do fim da Guerra do Ultramar decorreram no porto, no pretérito perfeito, dia 16 de novembro de 2022, com uma missa de sufrágio Universal pelos combatentes já perecidos, na Igreja das Carmelitas, seguida de uma cerimónia com deposição de coroas de flores, em homenagem aos que deram a vida pela Pátria e morreram em combate, na praça centenária de Carlos Alberto, junto ao monumento da GG. As cerimónias foram superiormente apoiadas pela Unidade de Apoio do Comando do Pessoal e por este Comando do Exército, tanto na homília, com Guarda de Honra ao Altar, como na cerimónia militar na Praça Carlos Alberto, acentuando-se a melhoria na organização conjunta do deste evento e de outras efemérides.

A homilia, superiormente conduzida pelo padre, capelão do Comando de Pessoal (CmdPess) do Exército, Guilherme Peixoto, foi um momento sublime de encontro com a história e com a fé. O padre Guilherme guiou-nos pelos ensinamentos da bíblia e pelas diversas metáforas do livro de Jó do Antigo Testamento, que despertaram nos ouvintes atentos a curiosidade não só pela leitura do Novo e Velho Testamento em geral, mas também do livro de Jó em particular.

Nas cerimónias marcaram presença para além de elementos da Assembleia Geral, da Direção, voluntários, funcionários e grande número de associados do Núcleo, os presidentes da Assembleia Municipal da CM do Porto, Dr. Sebastião Feio de Azevedo e da JF do Centro Histórico do Porto Senhor Nuno Cruz, o Major-General Jorge Manuel Barreiro Saramago, Diretor da Administração de Recursos Humanos, em representação do Comandante de Pessoal do Exército, o Brigadeiro General António Manuel Varregoso, Diretor dos Serviços de Pessoal (DSP), Cônsules Honorários da França, da Itália e da Grã-Bretanha, Comandante da Zona Marítima Norte, Comandante Metropolitano da PSP do Porto, Comandante Territorial da GNR do Porto, Diretores da delegação do Porto do IASFA, do Museu Militar, Coronel Tirocinado José Dias Lage, Sub-DARH do CmdPess do Porto, Representante do Complexo Nossa Senhora da Paz, outros representantes das Forças Armadas e das Forças de Segurança, Presidentes e Porta-Guiões dos núcleos de Matosinhos, Vila Meã, Penafiel, Ribeirão, Maia, Espinho, Associações Portuguesa de Paraquedistas, de Operações Especiais, de Deficientes das Forças Armadas, dos Especialistas da Força Aérea, Fuzos- Associação de Fuzileiros, entre outras entidades e autoridades.

Este ano a água foi copiosa e caiu sem parar, obrigando a alteração do figurino da componente militar, resumindo-se a pré deposição das coroas de flores, pelas entidades presentes e a deposição formal por parte do Cor Jocelino, pelo NPLC, e do Major-General Saramago, pelo CmdPess.

A cerimónia culminou com um almoço convívio que envolveu a elementos da Assembleia Geral, da Direção, voluntários e funcionários do Núcleo, bem como das entidades convidadas que nos quiseram acompanhar.

Este ano a cerimónia foi molhada, mas também foi abençoada, como diz o ditado popular.

NPLC

Abertura do Palacete sede do Núcleo do Porto ao público

Galeria

Após vários anos na expectativa, o Núcleo do Porto da Liga dos Combatentes (NPLC) abriu, em 18 de novembro de 2022, em permanência, a sua sede, o Palacete Visconde Pereira Machado, ao público em geral e aos associados da Liga dos Combatentes (LC) em particular.

A cerimónia foi alavancada pela apresentação do livro de poesia “Caminhos… dos Valores, da Guerra e da Paz”, do Tenente-general Joaquim Chito Rodrigues, Presidente da LC e pela inauguração da exposição da escultora Ivone Gaipi, com esculturas interpretativas da obra referida.

A cerimónia iniciou-se pelas 1830 horas, depois dos cerca de 200 convidados estarem acomodados nos dois espaços disponibilizados para o efeito, com as boas-vindas dadas pelo presidente do Núcleo, Cor Jocelino Bragança Rodrigues, de que se transcreve:

“(…) Hoje é um dia especial, porque marca a concretização de um sonho, que já há alguns anos estava referenciado no nosso plano de atividades, mas que por circunstâncias diversas, só hoje foi possível torná-lo realidade graças ao trabalho árduo e resiliente quer da Direção, a que presido, quer dos voluntários e funcionários do Núcleo.

Desde janeiro de 2018 foi realizado um trabalho dirigido e meticuloso para que a nossa sede, o Palacete Visconde Pereira Machado, se tornasse numa porta aberta para a cidade, para os cidadãos, onde se incluem os nossos associados, bem como os turistas que visitam a cidade. A Direção, os voluntários e os funcionários do Núcleo sabem que ainda há um longo caminho a percorrer para atingir o estado da arte desejado, mas estamos cientes que estamos a percorrer o trilho certo, que combatemos todos os dias o bom combate e que, com a ajuda da Direção Central da LC, da Edilidade, das forças vivas da cidade e dos nossos associados, encontraremos os apoios necessários à sua otimização.”

Neste quadro foram enaltecidos os trabalhos desenvolvidos quer pela Direção como um todo quer pelos voluntários e funcionários do Núcleo. Assim, foram nomeados, pela excelência, minuciosidade, quantidade e qualidade do trabalho o Senhor Coronel António Alberto dos Santos Araújo” e pela capacidade de diligência, a Vice-presidente do Núcleo, Engenheira Maria Raquel Figueira Soutinho.

De entre as entidades presentes releva-se a presença do Tenente-general Joaquim Chito Rodrigues, Presidente da LC, da Exma. Sra. Dra. Catarina Araújo, Vereadora, Pelouro da Saúde e Qualidade de Vida, Juventude e Desporto e Pelouro dos Recursos Humanos e Serviços Jurídicos e Proteção Civil CM Porto, os Exmo. (s) presidentes da Junta de Freguesia do Centro Histórico do Porto, Sr. Nuno Cruz, e da Junta de Freguesia do Bonfim, Dr. João Ricardo Aguiar, Brigadeiro-general Francisco Bento Soares, em representação do General Comandante do Exército, representantes das Forças Armadas e das de Segurança, Presidentes dos Núcleos do Marco de Canavezes, Matosinhos e representantes de Associações de Combatentes, ADFA, IASFA, Museu Militar, DSP, escultora Ivone Gaipi, Curadora Olga e Sousa, elementos da Assembleia Geral, da Direção, voluntários, funcionários e associados do núcleo, entre outras entidades civis e militares convidadas.

Explicado que foi o programa da cerimónia, o Presidente do Núcleo iniciou a apresentação da obra “Caminhos… Dos Valores, Da Guerra e da Paz”, lavrada pelo Exmo. Senhor Presidente da LC, apresentando sucintamente o autor “(…) é um Homem multifacetado, interventivo nos vários setores da nossa sociedade, quer ao nível militar, quer ao nível civil, (…) Trata-se de um cidadão exemplar, um singular militar e um devotado patriota. Um defensor dos valores humanos, morais e éticos e da mui nobre e digna causa dos combatentes, com enfase especial para os mais carenciados e necessitados.” Passando a obra propriamente dita referiu que a mesma era composta por 137 poemas, criteriosamente ‘arrumados’ em três capítulos: ‘Dos Valores’ com 60 poemas; ‘Da Guerra’ com 37 poemas e ‘Da Paz’ com 40 poemas, todos eles interligados por um fio condutor, em que o autor nos guia, em sucedâneo, pelos caminhos dos valores universais, dos valores da guerra, da paz, da liberdade e da responsabilidade, enquanto cidadão, militar e patriota. Este Caminho registado em verso, não é mais do que percurso de vida do autor, que foi feito com sangue, suor e lágrimas, desde os bancos da Academia Militar, enquanto Cadete, até aos nossos dias, como Presidente da LC.

A obra é uma antologia de poemas, composta por versos com uma grande diversidade de métricas, com versos regulares, livres e brancos, sonetos, quadras, etc., baseados em factos reais, vivenciados pelo autor no seu quotidiano, nos quatro cantos do mundo, com temáticas variadas e riquíssimas, eivadas por um fio condutor, do qual resulta um todo harmonioso e coerente. A obra percorre os cinco continentes, num processo de globalização do autor e é intemporal pelos ensinamentos que encerra, válidos desde sempre e para todo o sempre.

A caminhada percorrida pelo autor, é uma experiência de vida, contada na primeira pessoa, mas também muito no Nós, na equipa, no espírito de corpo, na união, no respeito, na confiança depositada, incondicionalmente, na parelha, na esquadra, na secção, no pelotão e na companhia…, no quotidiano e no mundo que o rodeia.

O Coronel Jocelino Rodrigues para culminar a apresentação da obra, que encerra em si uma profunda homenagem aos combatentes de todos os tempos, recorreu a um vídeo alusivo ao combatente, no qual o toque de silêncio pelos mortos em combate, compeliu à meditação e respeito por “aqueles que da lei da vida se libertam”… gerando-se um momento de forte carga emotiva, vivenciado por todos na posição de pé, militares em sentido, que muito foi potenciado pela qualidade e excelência dos meios audiovisuais, gentilmente cedidos pelo Comando do Pessoal do Exército e pela FNAC do Marshoping.

De seguida o Tenente-general Joaquim Chito Rodrigues tomou a palavra e apresentou a longa caminhada calcorreada para escrever a obra, bem como o caminho que o livro percorreu, desde que foi levado à estampa pela editora âncora, em março de 2017, com incursões pela arte, música e teatro, entre outras.

Por último a escultora Ivone Gaipi, introduzida pela sua Curadora, Dra. Olga e Sousa, com declamação de poemas e posteriormente com um momento em que, traçou o caminho que a levou a entrar neste projeto, bem como as peripécias vivenciadas para a sua concretização.

Iniciamos de seguida o trilho para conhecer o Palacete Visconde Pereira Machado, as coleções históricas militares, expostas na sala da Grande Guerra e na Sala do Ultramar, com paragens obrigatórias, acompanhadas pela declamação dos poemas, junto das esculturas que lhe deram origem, pela voz forte e acutilante da Curadora Dra. Olga e Sousa.

Estes momentos míticos foram abrilhantados pela melodia suave do Quarteto de Metais da Banda Sinfónica do Exército e pelo serviço de um excelente cocktail volante.

Foram três horas de cultura, conhecimento, diálogo e amena cavaqueira, em que se mataram saudades, se avivaram memórias de antanho e se criaram outras, se travou conhecimento com outras pessoas e mundos, e acima de tudo se ficou com o desejo de um dia voltar, não só para recordar, mas também para apreciar com mais tempo.

A todos aqueles que contribuíram para que o Palacete Visconde Pereira Machado ganhasse uma nova vida, como se regressasse aos tempos áureos das grandiosas soirées dançantes, patrocinadas pelo seu dono, o filantropo Visconde Pereira Machado, à Mui Nobre, Sempre Leal e cidade do Porto, os nossos penhorados agradecimentos.

Espalhem “a boa nova”, venham visitar e conhecer uma joia da coroa do Porto, todos os dias úteis da semana, das 10:00 as 17:00.

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